sexta-feira, 7 de junho de 2013


Trabalho duro = Sucesso


Grande parte do potencial do ser humano se manifesta quando se trabalha por vocação. Entretanto, ainda existe certo preconceito com o trabalho, como se fosse algo que servisse apenas para suprir as nossas necessidades. Ver o trabalho como um mal necessário não só bloqueia o nosso potencial, como diminui o prazer de viver do ser humano.
Passamos a maior parte do tempo trabalhando. O indivíduo não vocacionado sofre muitas frustrações durante esse período e a grande quantidade de crises vivenciadas invadem as demais áreas da vida dele. Os problemas de trabalho influenciam substancialmente o comportamento familiar e social. O ofício que deveria iluminar as diversas esferas da vida passa a poluí-las, nesse caso. Não me surpreende a busca de outros caminhos de satisfação do ser humano, como a busca de prazer obsessivo nas drogas, no culto ao corpo e ao sexo, no álcool e no consumismo.
Educar é muito mais do que informar. Este é outro grande problema vocacional do Brasil. Você conhece alguém que pode dar aquilo que não tem? Ou conhece alguém que pode ensinar o que não sabe? Se o professor não for realmente vocacionado para o ensino, como ele poderá ajudar a despertar a vocação do aluno? Educação provém da palavra latina educere, ou seja, promover de dentro para fora as potencialidades do indivíduo. Educar é criar um laço profundo que permite ao jovem trazer à tona as potencialidades vocacionais, ou seja, tirar de dentro. O professor precisa ter interesse na vocação dos alunos.
A experiência como Coach e os sete anos de compromisso com a Educação, seja ela profissionalizante ou corporativa, fez-me constatar que as escolhas profissionais de muitas pessoas se deram por outros motivos que não são os vocacionais: o lucro, o status, as carreiras tradicionais e, principalmente, as projeções familiares. De alguma forma os pais influenciam os filhos a fazer algo que não conseguiram, ou a exercer uma profissão mais segura e “estável”. A pressão do mercado, os maus conselhos dos parentes e a falta do devido apoio dos pais complicam muito as escolhas dos jovens.
A vocação é uma questão poderosa para superar tudo o que foi citado: o conceito de trabalho como um mal necessário, as exigências neuróticas da vida profissional, algumas deficiências do ensino e o grau de insatisfação por ter que sobreviver a qualquer preço, ocupando o nosso tempo com o que não é da nossa natureza.
Vamos definir o conceito. A palavra vem do latim vocatio, que quer dizer “convocação”, ou seja, ser chamado. Então, é importante refletir: “para quê eu fui chamado a este mundo? E quem, ou o quê me chamou?”. Nós, seres humanos, somos chamados por algum motivo e não nascemos por acaso. Além do motivo, existe algo que nos chama: o destino. É o destino que chama o ser humano. Então, a vocação é a convocação do destino de um ser humano para que ela possa se realizar. A vocação aponta a direção que ele deve assumir para se realizar na vida e ser feliz.
No livro “Como reconhecer a sua vocação?”, Michel Echenique esclarece questões fundamentais para você que está lendo este artigo e quer descobrir qual é a sua vocação. Aqui vão três perguntas básicas para você responder a si mesmo:
1. O que você gosta de fazer?
Todo trabalho direcionado pela vocação coincide com o que gostamos de fazer, pois vai de acordo com a vontade do indivíduo. Reflita sobre o que você faz de útil sem obrigação de fazer. O prazer de trabalhar aumenta a energia do indivíduo e o desejo de trabalhar mais. Conheço mulheres que são profissionais competentes, mães, esposas, musicistas e voluntárias que ainda não se contentaram e querem produzir mais! Com certeza elas gostam muito do que fazem.
2. O que você quer realmente fazer?
Napoleon Hill foi muito assertivo quando mencionou “o que quer que a mente do homem possa conceber e acreditar, ela pode realizar.” Não basta querer, há de querer muito. Quando você tem tudo bem definido na sua mente, é capaz de fazer acontecer qualquer coisa e realizar o que quer. Estou tratando de uma força na qual não vê limitações, que supera qualquer dificuldade.
Eu tive um Coachee (cliente), nascido no interior do Estado do Pará, onde a educação nunca foi exemplar. A família dele não tinha condições de oferecer qualquer privilégio. Este ser humano, hoje, é proprietário de uma das maiores empresas do Brasil no seu segmento, começou a empresa do “zero”, sendo pioneiro na região e já conseguiu uma certificação internacional que nenhuma concorrente chegou perto de conseguir. Ele vislumbrou isso desde muito jovem e foi capaz de concretizar o que parecia impossivel.
3. O que você faz bem feito?
Sentir satisfação no começo é fácil. Fazer bem feito é sentir satisfação do início ao fim do trabalho. Um trabalho bem feito gera admiração nos demais, naturalmente. Um concerto de Vivaldi é harmonioso e lindo, não precisa de explicação. A estátua de Davi, de Michelangelo, continua bela há centenas de anos. O trabalho faz bem tanto para você, quanto para os demais.
Quando conseguimos integrar esses três elementos num trabalho que tenha ritmo e constância, podemos ter encontrado a nossa vocação. Em nenhum momento eu lhe contei algum “atalho” para o seu caminho realização e plenitude na vida. Se alguém lhe oferecer algum caminho "mais fácil”, desconfie bastante. Você não escolheu a sua vocação, ela escolheu você. Cumprir com a convocação da natureza é uma dádiva de quem tem muita coragem e disciplina. 
Escreva as respostas para essas perguntas num papel, ele servirá como um espelho que vai lhe permitir enxergar dentro de si mesmo. Não adianta culpar o governo, os pais, o marido e o professor pelas escolhas que não foram autênticas na sua vida. Atender ao seu chamado é uma decisão sua. 
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http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/qual-e-a-sua-vocacao/71094/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


I Fórum de Teorias e Práticas de Recursos Humanos

É um evento inédito em Natal e está direcionado para gestores e profissionais da área de RH.

O Fórum terá uma abordagem teórica (autores de livros e consultores) e outra prática ( cases locais e nacionais).

O evento irá abordar temas como: Cenários, Tendências, Planejamento de RH, Métricas e Indicadores de Gestão de RH.

Imperdível! INSCRIÇÕES ABERTAS e VAGAS LIMITADAS.

Maiores informações acesse www.cerh.com.br ou ligue (84) 9185-4843.

Adm. Tatiana Costa Pinto
Diretora - CERH

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

SETE REGRAS IMPORTANTES PARA ENTENDER AS PESSOAS

1: Não chame de maldade o que pode ser explicado como indiferença

As pessoas não se importam com você. Não porque são ruins ou hostis, mas apenas porque elas são principalmente focadas em si mesmas. Cerca de 60% dos pensamentos são auto-direcionados. Meus objetivos. Meus sentimentos. Outros 30% são direcionados aos relacionamentos, porém como eles me afetam. O que Júlia pensa de mim? Como o chefe irá avaliar meu desempenho? Meus amigos gostam de mim, eu lhes pareço um chato?

Apenas 10% é o tempo gasto com empatia. Empatia é o evento raro onde uma pessoa realmente sente as emoções, os problemas e as perspectivas do outro. Em vez de perguntar o que Júlia pensa de mim, eu me pergunto o que Júlia está pensando.

Dentro desses 10%, a maior parte das pessoas divide sua atenção entre centenas de outras pessoas que elas conhecem. Como resultado, você ocupa uma pequena fração de uma porcentagem nas mentes da maioria das pessoas, e apenas o dobro desse percentual em um relacionamento profundamente estreito. Mesmo se você estiver nos pensamentos de alguém, será como a relação de vocês lhe afeta, e não a você.

O que isso significa?

- A timidez não faz muito sentido. Desde que os outros estão focando apenas uma porção ínfima de seus pensamentos em julgá-lo, seus auto-julgamentos são preponderamentemente muito maiores.

- Pessoas que parecem ser hostis geralmente não o são intencionalmente. Há exceções para isso, mas geralmente a ofensa que você sente é um efeito colateral, não a causa principal.

- Manter relações é tarefa sua. Não espere ser convidado para festas ou que as pessoas se aproximem de você.


2: Poucos comportamentos sociais são explícitos

Basicamente essa regra significa que a maioria das intenções por trás de nossos atos são ocultas. Se alguém sente depressão ou raiva, geralmente os comportamentos resultantes distorcem os verdadeiros sentimentos. Se eu sinto você me esnobando, devo segurar minha língua e te ignorar lá na frente.

Há aquela velha piada de que as mulheres usam palavras como "tudo bem" ou "vá em frente", quando elas realmente sentem o oposto. Mas há homens que também fazem isso em situações de polidez, embora não da mesma forma.

A aplicação dessa regra é que você precisa focar na empatia e não apenas em escutar. Mostre confiança e compreensão; aprenda a sondar um pouco. Focando na empatia você pode chegar ao coração da questão rapidamente.

A outra aplicação dessa regra é que na maioria das vezes em que você sente algo, ninguém sequer saberá o que é. Se você disfarça seus pensamentos com suas ações, não fique nervoso ao confundir os outros.


3: O comportamento é largamente direcionado ao altruísmo egoísta

Dizer que todo mundo é completamente egoísta é um exagero grosseiro, que ignora todos os atos de bondade, sacrifício e amor, que fazem o mundo funcionar. Mas eu diria que a maior parte do nosso comportamento surge a partir do altruísmo egoísta.

Altruísmo egoísta é basicamente ganhar/ganhar. Isso é, o quanto te ajudar diretamente irá me beneficiar. Aqui vai um conjunto de categorias principais onde isso é aplicado:

1. Transações - Se eu compro um carro, ambos, eu e o vendedor se beneficiam. Eu levo o veículo que eu quero. O vendedor ganha dinheiro para incrementar seu estilo de vida. Esta é a forma predominante do altruísmo egoísta entre duas pessoas que não possuem laços emocionais.

2. Familiar - Sangue é mais denso que água. Somos condicionados a proteger quem compartilha nossos genes. Isso pode às vezes se estender a amigos extremamente próximos ou alguém que amamos.

3. Status - Ajudar alguém é um sinal de poder. Muitas espécies de primatas oferecem proteção como um sinal de domínio. Pessoas agem similarmente, oferecendo ajuda para aumentar sua auto-estima e reputação.

4. Reciprocidade Implícita - Muitas relações estão baseadas na idéia de que, se eu te ajudo, um dia você irá me ajudar da mesma forma.

Alguns comportamentos estão fora desse grupo. Heróis anônimos morrendo por causas que não têm nada a ver com suas vidas. Voluntários devotando seu tempo em missões humanitárias. Mas esses são minoria, enquanto a maior parte das ações pode ser explicada como alguma forma de altruísmo egoísta.

Como você pode aplicar essa regra? Entendendo os motivos das pessoas e apelando para eles, uma vez que são egoístas. Encontre meios de servir as pessoas dentro dessas quatro categorias. Não espere que alguém ofereça ajuda fora do altruísmo egoísta, isso não é impossível, mas será improvável.


4: Pessoas têm memória fraca

Alguma vez você ouviu o nome de alguém numa festa e mais tarde esqueceu? Outra regra do comportamento humano é que as pessoas têm dificuldade de se lembrarem das coisas. Especialmente informações (recordando a regra 1) que não se aplicam a elas mesmas. Pessoas são mais passíveis de relembrar suas similaridades do que suas diferenças (a menos que estejam emocionalmente envolvidas por elas).


O fato é que a maioria das pessoas não tem uma agenda organizada. Pessoas são esquecidas por natureza, então, não julgue que seja maldade ou desinteresse se alguém te esqueceu. O outro lado dessa regra é que você pode conquistar confiança e simpatia, tendo uma boa memória ou uma agenda (se ela não falhar).


5: Todo mundo é emocional

Talvez isso seja um exagero. Mas as pessoas tendem a ter fortes sentimentos, porém escondem. Isso é facilmente explicável: qualquer um que saia por aí tendo explosões de ira, ou demonstre depressão ou entusiasmo gritante, é olhado com estranheza na maioria das culturas.

A aplicação dessa regra é não achar que está tudo bem apenas porque alguém não teve um ataque de nervos. Todos nós temos os nossos problemas individuais, medos e preocupações. Você não precisa convidar as pessoas a falar de seus problemas particulares, mas ter sensibilidade em captar esses processos internos dará a você uma vantagem em tentar ajudar.

A aplicação alternativa dessa regra é similar à regra 2. Pessoas geralmente supõem que tudo está bem com você, a menos que você estoure.


6: Pessoas são solitárias

Esta é outra generalização ampla. Mas é incrível como muitas pessoas que parecem ter tudo, sofrem crises de solidão. Como animais sociais, as pessoas são especialmente sensíveis a qualquer ameaça de abandono. No tempo das cavernas, o exílio significava a morte, portanto a solidão e o desejo de estar com outras pessoas é algo poderoso.

A aplicação para essa regra é que a solidão é perfeitamente comum, e nesse caso, você não está realmente só. Eu costumava ficar chateado quando me via sozinho ou deslocado em algum grupo social. Porém, uma vez que eu também sou um ser humano, procuro encarar esse sentimento como perfeitamente normal, e isso me ajuda a minimizá-lo.


7: Já mencionei que as pessoas são ocupadas consigo mesmas?

Isso pode soar como uma reiteração da regra 1, mas eu creio que as aplicações se estendem para além dos relacionamentos e do nosso estado emocional. Saber que as pessoas tendem a ser muito auto-centradas para te dar muita atenção, que elas tendem a ser mais solitárias, mais emocionais e se sentem diferentemente do que deixam transparecer, tudo isso irá afetar o modo como você vê o mundo.

Em alguma situação, essa perspectiva poderá lhe tornar mais pró-ativo e independente. Desde que eu comecei realmente a compreender essas regras, tudo isso fez muito mais sentido do que eu pude me dar conta. Colocando sua felicidade individual nas mãos de outra pessoa (ou pessoas), você está ignorando todas essas regras, e agindo por sua conta e risco.

Eu gosto de ter uma visão otimista, porém realista, das pessoas. Geralmente, elas pensam de si o melhor, mas cometem equívocos e sofrem por uma preocupação excessiva consigo mesmas. Em outras palavras, elas são basicamente como você.

http://www.acidezmental.xpg.com.br/7_regras.html

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Palestra : Cargos, salários e Carreiras: Um processo de qualidade nas organizações


Consultora em Recursos Humanos há mais de 12 anos Tatiana Pinto Costa atua nesse mercado implantando, estruturando e inovando processos de RH nas organizações, tem como clientes o Colégio CEI., SESI, SENAI, IEL, NACIONAL VEÍCULO, ESPACIAL VEÍCULOS, entre outras empresas.

Estará conosco na FANEC sala 26 proferindo uma palestra sobre : Cargos, Salários e Carreiras: um processo de qualidade nas organizações. Dia 09/10/2012 - sala 26.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Palestra sobre Uso das Redes Sociais

 

 

Palestra sobre redes Sociais na turma de RH da FANEC, Sucesso total. Agradecemos aos palestrantes Sarah Wollermann e Daniele Barone que, nessa noite deram show e conscientizaram os alunos sobre o uso devido das redes sociais.

domingo, 15 de abril de 2012

Formatura dos Alunos da FANEC - 1º turma de Gestão de RH.

 
Parte do discurso:
“Não é a toa que entendo os que buscam caminho. Como busquei arduamente o meu! E como hoje busco com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, o meu atalho, já que não ouso mais falar em caminho. Eu que tinha querido. O Caminho, com letra maiúscula, hoje me agarro ferozmente a procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja finalmente eu, isso eu não encontrei. Mas sei de uma coisa: o meu caminho não sou eu, é outro, é os outros. Quando eu puder sentir plenamente o outro estarei salvo e pensarei: eis o meu ponto de chegada.” (Clarice Lispector)


segunda-feira, 19 de março de 2012

Dia 19/04 - Palestra com o estrategista em Liderança TONY MARQUES

O Professor TONY MARQUES irá falar na turma de MODELO DE LIDERANÇA - sala 31 sobre a importância do trabalho de liderança utilizando o Paintball  como ferramenta de aprendizagem  e o que isso influencia na vida pessoal e profissional do ser humano.
 - Prof Esp em Direito Penal e Criminologia
    - Esp Linguagem Corporal
    - Gestor Segurança Pública e Privada
    - Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra
    - Conselho Regional de Educação Fisica
    - Militar R.R Aer     - Escritor ,
     - Artista Marcial

sexta-feira, 16 de março de 2012

Aula Modelo de Liderança - Dinâmica de Grupo Sala 31







"A única definição de líder é alguém que possui seguidores. Algumas pessoas são pensadoras. Outras, profetas. Os dois papéis são importantes e muito necessários. Mas, sem seguidores, não podem existir líderes."

"O líder eficaz não é alguém amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem as coisas certas. Popularidade não é liderança. Resultados sim!"  (Drucker)

domingo, 4 de março de 2012

Dia 29/03/2012 - Palestra sobre liderança com a Profa Tânia Inagaki

Profa de . Ciências Sociais e Politicas, especialista em Crminologia, Direito Admiistrativo e Gestão Publica.
diretora do curso de Gestão Publica e da Pos em elaboração de Projetos e Politicas Publicas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Uma terceira plataforma de computação


Cloud computing, mobilidade, “negócio social” e “Big data”. Elas vão mudar o mercado nos próximos anos.

João Nóbrega, Computerworld/PT

Uma terceira plataforma de computação, ligada a maioria dos sistemas de informação, começa a emergir, de acordo com o vice-presidente para consultoria da IDC, Vito Mabrucco. Depois das duas primeiras _ alimentadas pela emergência dos mainframes, e depois pelos PC _ a nova plataforma é marcada por milhões de aplicações e serviços. Materializa-se na agregação inovadora (os chamados‘mashu-ups’) de serviços de cloud, e aplicações de mobilidade, geralmente instaladas em dispositivos pessoais dos usuários.
Assim, na visão de Mabrucco, haverá quatro forças de transformação do setor de TIC, nos próximos anos: cloud computing, mobilidade, “negócio social” e “Big Data”. No universo da cloud computing distinguem-se três grupos de serviços, conforme as características de privacidade e qualidade: os serviços de cloud para consumidores finais prescindem de privacidade; em um nível intermédio já há maior confiança no serviço do fornecedor (como é o caso do Skype); e em um âmbito de maior exigência, estão as clouds empresariais, com utilização determinada pela qualidade de serviços, acordos de nível de serviço (Service Level Agreements) e pela segurança.
O universo digital, englobando todo o conteúdo digitalizado, atingirá este ano a marca de 1,2 zetabytes, segundo Vito Mabrucco. A maior parte – 58,2% – é composta por conteúdos de mídia, enquanto outros 31,7% têm origem em câmaras fotográficas, e mais 10,1% são produzidos na captação de voz. Só 6,2% são conteúdos são provenientes dos escritórios. Este universo cria o fenômeno de “Big Data”, ligado à necessidade que as empresas têm de analisar todos estes dados.
O fenômeno caracteriza-se também pela enorme velocidade com que estão sendo criados, replicados e transferidos os conteúdos. E também por isso, levando ao aparecimento de novas tecnologias e arquiteturas concebidas para “extrair valor econômico e de negócio” dessa avalanche de dados – marcada pela “variedade”, “velocidade de crescimento” e “ capacidade de disseminação”.
Apesar de toda a evolução das operações de e-business, Vito Mabrucco lembra que a essência do negócio não mudou. No fim, o objetivo das empresas redunda na satisfacção de necessidades identificadas nos diferentes universos de consumidores. “O ‘negócio social’ (ndr:ou ‘social busines’) introduz apenas uma nova forma de descobrir as necessidades”, explica o consultor da IDC. Nesse processo, não deixa de ser importante “fazer as perguntas certas”, para atingir os objetivos.
O ‘negócio social’ traz também vários desafios de segurança, integração, gestão de expectativas dos empregados, e de governança.
Por fim, Mabrucco refere à tendência da mobilidade, “iniciada há mais de dez anos”, como corrente que “ganha cada vez mais força”. Uma importante evolução marcará este aspecto com o surgimento da chamada “Internet da coisas”: o incremento da interatividade entre conjuntos de sensores disseminados e plataformas baseados na Internet, como o Twitter, será cada vez mais popular.